como plumas

Month: Abril, 2012

loucos, comercial

Hoje estava tomando café aqui na empresa quando vi o novo comercial dos Postos de Combustível Ipiranga, achei engraçada e me interessei em um detalhe, vejam:

O CHAPÉU DE JORNAL DO PACIENTE, é claro.

E pensei, por que não, certo?

está certo que eu, talvez, não teria coragem de sair com um desses, mas vamos concordar que pelo menos bonito fica, né?

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Que saudade, Rio de Janeiro.

meninos e suas roupas.

não adianta dizer, não só mulheres bem arrumadas nos impressionam, os homens também chamam atenção com seus estilos.  É engraçado notar como alguns conseguem, de um jeito bem despreocupado, compor combinações que nos deixam babando. Exemplo disso: um amigo meu foi ao cinema comigo vestido de calça jeans, tênis vans, camisa listrada e um casaco esporte (tipo blazer). Fim. Eu aposto que ele não queria o efeito que conseguiu, ou se pretendia, acertou em cheio. Eu, toda trabalhada no cardigã, não consegui chamar a atenção que ele chamou.

Enfim, passeando por aí encontrei alguns ‘looks’ masculinos que merecem destaque (e suspiros!). Não consigo ser impessoal e deixar meu gosto de fora, então, na maioria das imagens tem algo que chama minha atenção em particular.

Espero que sirvam de inspiração!
(a maior parte das imagens foram encontradas no lookbook.nu e o restante encontrei em blogs. Promelo que LOGO farei um post com um recomendo)

flor nossa de cada dia.

Hoje, num dia um tanto quanto sem cor (não muito diferente dos demais) estava pensando onde gostaria de estar. Bem, é fácil adivinhar que eu faria de tudo pra não estar aqui, dentro desse escritório (que por sorte tem ar condicionado), sem cores, sem música e só com meu chefe de companhia.

No entanto, hoje encontrei algumas imagens que deixaram o dia um pouco mais ‘florido’ (sim, eu sei que não deveria me contentar com imagens, internet e ir ter a ‘real life’, mas como faço isso, produção?)

Compartilharei entradas, muros, janelas… etc. que ‘usam’ flores (não sei se poderia chamar de ‘cerca viva’) em suas decorações e que deixam um efeito delicioso e agradável.

Essa última imagem me lembrou muito um filme que vi o ano passado, A Good Year (2006) –  com Russell Crowe e Marion Cotillard.

O “clima” criado no filme é muito parecido com as imagens que postei, notem (caso não consigam entender o porque do “parecido”, sugiro que vejam o filme, até porque é lindo e leve e lindo e lindo!)

As duas únicas imagens que encontrei do lugar onde ela trabalha no filme, mas notem a ‘decoração’ ali atrás.

O que eu queria mesmo, era estar entre flores, Marion e Russell. Posso?

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resumo, a língua de eulália – parte 4

FENÔMENOS DECORRENTES DA ANALOGIA

 Analogia é um fenômeno que sofre a mesma “mania” que a assimilação, a diferença é que a assimilação tenta tornar semelhantes coisas que estão próximas. Já a analogia ao falar algo, ela “sopra”nos ouvidos algo parecido que se mistura com o que ia ser dito, escapando assim, uma nova forma, ou seja, analogia é a “mudança lingüística causada pela interferência de uma forma já existente”.

Substantivos: o almoço, o apego, o carrego, o choro.

Verbos: eu almoço, eu [me] apego, eu carrego, eu choro.

Antigamente os substantivos usavam acentos circunflexos, usados para diferenciar, na escrita, a vogal fechada da vogal aberta. Sendo assim, a analogia transformou substantivos: em: o espêlho, o estôro, o fecho; e verbos em: eu espélho, eu estóro, eu fécho.

O grande prazer da analogia é o de eliminar as exceções e criar regularidades, fazer com que o maior número possível de fenômenos da língua se enquadre em regras eficientes. Uma dessas regras por exemplo é a que diz: substantivo = vogal fechada/verbo = vogal aberta, então a analogia aplica essa regra em grande quantidade de casos, fazendo diversas pessoas falarem eu planéjo, eu veléjo, eu alméjo, eu bocéjo… Essa regla de vogal fechada/vogal aberta também existe na relação adjetivo/verbo, como por exemplo, em estou seca/ela seca, estou solta/ela solta.

EXCESSO DE CORREÇÃO

No português padrão existem verbos que admitem dois particípios passados, sendo um deles em forma mais reduzida, como por exemplo, aceitado ou aceito, entregado ou entregue, ganhado ou ganho, gastado ou gasto, pagado ou pago… No entanto, devido pressões escolares, surgiu uma “lei” dizendo que só se pode usar, com esses verbos, o particípio irregular, ficando “ela tinha aceitado”, “ela tinha entregado”, “nós temos pagado em dia”, mas o uso das duas formas é correto.

Logo, a analogia faz com que muitas pessoas apliquem a regra aos verbos trazer, chegar e mandar, produzindo frases do tipo: “ele já tinha trago o livro que pedi”, “quando eu saí, você ainda não tinha chego”, “se você tivesse mando o que lhe pedi…” Esse caso de analogia recebe o nome de HIPERCORREÇÃO, ou seja, o excesso de correção, que é o erro na tentativa do acerto.

Já no português não padrão, a analogia surge para criar novas formas regulares nos verbos onde, para a norma padrão, só é admitido com o particípio irregular, por exemplo:

Padrão: aberto, coberto, dito, escrito, feito

Não padrão: abrido, cobrido, dizido, escrivido, fazido.

Outra característica no PNP são os verbos pôr e frigir, onde a analogia agiu criando para pôr, o infinitivo ponhar. E para o verbo frigir, o infinitivo fritar, “eu frijo batatas no óleo quente” tornou-se “eu frito batatas no óleo quente” restando para o verbo frigir a única expressão: “no frigir dos ovos”.

 UM SÓ PADRÃO, MAS INÚMERAS VARIEDADES

Não existe uma única variedade não padrão, na verdade, existem muitas, e dizer quantas é até impossível, já que, para definir bem uma variedade é necessário levar em conta um número grande de elementos lingüísticos e sociais, já que cada falante tem “a sua língua”. Ao ser falado em PP e PNP, o que acontece é a tentativa de reunir sob esses rótulos, as regras que constituem a chamada norma-padrão e as características comuns às variedades consideradas não padrão.

Não existe uma variedade padrão, porque ao se referir a uma variedade de língua, é necessário também, se referir aos seres humanos que falam essa variedade.

Existe um conjunto enorme de regras para o uso da língua eu compõem uma norma, um padrão de língua, mas na realidade não é uma variedade, pois ninguém obedece rigidamente a todas as regras prescritas, nem mesmo o mais culto, mais escolarizado, mais preocupado em controlar a fala e a escrita. Ou seja, o que existe são todas as variedades da língua e uma norma ou padrão, tornando assim, o padrão, apenas uma língua ideal, que serve como modelo abstrato do que é “bom” e “correto”. Sendo assim, as variedades da língua reais e concretas enquanto a norma-padrão é o ideal de uma língua, uma abstração, tendo as gramáticas normativas como molde (gramática essa que não basta ser ensinada na escola. É preciso definir de maneira democrática qual deve ser a norma a ser apresentada na escola).

Por fim, é necessário o ensino de uma norma padrão, mas de forma crítica, um ensino que mostre que essa norma padrão não tem, linguisticamente nada de mais bonito, de mais lógico, de mais coerente que as variedades usadas pelos falantes menos cultos ou analfabetos.

resumo, a língua de eulália – parte 3 (possíveis explicações para as variações)

FALAR DO JEITO QUE SE ESCREVE NÃO SIGNIFICA FALAR MAIS CERTO.

 Nas escolas é necessário ensinar os alunos de acordo com a ortografia oficial, no entanto, não pode ser feito de modo que seja criada uma língua artificial, reprovando pronúncias que são resultado natural das forças internas que governam o idioma, inclusive as variedades cultas.

A língua escrita é um conjunto de símbolos que podem ser interpretados de maneiras variadas. Também tem caráter simbólico, levando a ter uma forma certa para a escrita, mas na hora de produzir a fala, existe a marca pessoal na leitura.

CONTRAÇÃO DAS PROPAROXITONAS EM PAROXÍTONAS.

 Proparoxítonas são aquelas palavras cuja sílaba tônica é a antepenúltima, como por exemplo, árvore, córrego, fósforo, que ao serem pronunciadas no português não padrão, elas se transformam em, arvre, corgo, fósfro. Isso ocorre porque essas palavras sofreram uma contração, ou seja, um “encolhimento” para caberem no ritmo natural do PNP, que é um ritmo paroxítono. Até porque é imensa a quantidade de proparoxítonas latinas que sofrem essa transformação no português, que se deu pela aceleração do ritmo da fala, já que a língua ficou mais dinâmica, mais rápida. Devido essa aceleração do ritmo da fala, vogais que se encontravam depois da silaba tônica foram sendo pronunciadas cada vez mais fracas.

As proparoxítonas representam uma minoria na língua portuguesa, um exemplo disso, pode ser encontrado no Os Lusíadas, uma obra em língua portuguesa clássica onde só usou 5% de proparoxítonas em todo vocabulário utilizado no poema. Proparoxítonas são conhecidas também como ESDRÚXULAS, ou seja, algo esquisito, fora do comum e estranho.

DESANASALIZAÇÃO DAS VOGAIS POSTÔNICAS

Na língua portuguesa existe a tendência de eliminar a nasalidade das vogais postônicas, ou seja, o som nasal das vogais que estão depois da silaba tônica.

Palavras que eram no Latim: abdomen, volumen, regimen, nomen, hoje se transformaram em: abdome, volume, regime, nome. Então, por conta dessa mudança própria da língua, palavras como homem, ontem, Virgem e inúmeras outras terminadas em –agem (garagem, viagem, bobagem) ao serem pronunciadas como home, onte, garage, bobage, deve ser levado em conta que o falante dessa forma popular só está respeitando tendências normais da língua.

ARCAÍSMO NO PORTUGUÊS DO BRASIL

 Supostos erros que são vistos como algo predominante em língua de “gente ignorante”, na verdade são heranças muito antigas, vestígios de outros tempos, que recebem o nome de ARCAÍSMOS. Um exemplo disso são os verbos com A- (alembrar, ajuntar, avoar…) que pode ser explicado ao observar o Latim, onde havia a preposição AD que deu origem a preposição A, isso fez com que na formação da língua portuguesa surgisse uma grande quantidade de verbos com o prefixo A-. Mas, na tentativa de definir uma língua padrão oficial, os gramáticos decidiram eliminar da norma-padrão alguns daqueles verbos com esse prefixo. No entanto, como a maioria das pessoas não tinham acesso a leitura, escrita e a norma padrão, conservou esses verbos que chegaram ao Brasil através dos colonizadores.

resumo, a língua de eulália – parte 2 (possíveis explicações para as variações)

ROTACIZAÇÃO DO L NOS ENCONTROS CONSONANTAIS.

 Existe na língua portuguesa uma tendência natural em transformar o L pelo R dos encontros consonantais (Cláudia, inglês, globo, planta > Cráudia, ingrês, grobo, pranta). Esse fenômeno leva o nome de ROTACISMO. Quem diz bRoco em lugar de bLoco não é “burro”, não fala “errado” e nem deve ser visto como “engraçado”, até porque o indivíduo está apenas acompanhando uma tendência natural rotacizante da língua. Como por exemplo em Latim palavras como igLesia, pLaga, fLuxu, se tornaram igReja, pRaia, fRouxo em português.

Exemplo desse rotacismo pode ser encontrado em obras como Os Lusíadas, de Camões, que ora escreve inglês, ora ingrês. Em épocas como as de Alencar e Machado, existia a liberdade de escolher entre floco e froco, liberdade essa que é inexistente hoje, até porque, pessoas que “fazem uso” dessa variação, são as mais pobres, analfabetas, vivem nos piores lugares da cidade e não escrevem livros, fazendo com que essa língua seja considerada errada, feia, pobre… mas, como é possível notar, a língua dessas pessoas é coerente, segue tendências naturais e tem lógica histórica, sendo assim, o problema das pessoas não é propriamente lingüístico mas sim social.

UMA LÍNGUA ENXUTA, ELIMINAÇÃO DAS MARCAS DE PLURAL REDUNDANTES.

 É possível notar no PP, marcas redundantes de plural, ou seja, para indicar que é sobre mais de uma coisa que o assunto aborda, acrescenta-se “marcas de plural”, como por exemplo: “quero te dar as lindas flores amarelas que brotaram no meu jardim”. Essa marca de plural é a famosa concordância de número que é ensinado na escola.

Já o PNP é mais sóbrio, econômico, modesto e menos “vaidoso”, fazendo com que sua regra de plural seja a de marcar uma só palavra para indicar um numero de coisas maior que um, ou seja: “cheguei na bera do porto/ onde as onda se espaia” (Cutelinho, Nara de Leão).

É interessante notar que a regra de eliminação do plural não existe apenas no português não padrão, mas o inglês e o francês também apresentam regras semelhantes, como por exemplo: “my beautiful yellow FLOWERS died yesterday” e no Francês: “les belles fleurs jaunes qui poussaient dans mon jardin”. As marcas de plural no Francês só aparecem na escrita e nunca são pronunciadas, aparecendo apenas nos artigos: LA (singular) LES (plural), exatamente o que acontece no PNP que marca apenas os artigos.

TRANSFORMAÇÃO DO LH EM L.

 Diferente do que dizem sobre as pessoas falantes dessa variação lingüística, elas não são preguiçosas ao falarem trabaio, têia, até porque nessa variedade do português (não padrão) não existe o som consonantal LH.

 Uma boa comparação para isso seria com o Francês, que, por exemplo, onde é no PP abelha, no Frances é abeille e no PNP é abêia. Essa proximidade e comodidade de se pronunciar o I levaram a transformação. Esse fenômeno pode ser conhecido como ASSIMILAÇÃO.

 Outra explicação para essa transformação pode ser vista na famosa Revolução Francesa de 1989, que ao darem liberdade aos burgueses – que tinham a fala ridicularizada pelos aristocratas, houve o desaparecimento do LH para o I, que era um traço da variação deles.

UMA LÍNGUA RICA.

A educação no Brasil deixa transparecer a crença no mito de “unidade da língua portuguesa” e a necessidade de dar ao aluno aquilo que ele não tem, ou seja, uma nova língua. Ensinam em vez de educar já que ensinar e educar são dois verbos distintos. Ensinar vem do Latim in+signo, que significa “por um sinal em”, implica uma ação de fora pra dentro, implantar algo na mente de alguém. Já educar que vem de ex+duco, significa trazer de fora, tirar de, dar à luz, um movimento oposto ao de ensinar. Sendo assim, é necessário que os educadores tenham em mente que o português não padrão não é diferente do padrão, mas sim, igualmente lógico, estruturado e que acompanha as tendências naturais da língua.

SIMPLIFICAÇÃO DAS CONJUGAÇÕES VERBAIS.

 Pesquisadores que estudam os falares regionais e não padrões verificaram que de Norte a Sul do Brasil existe uma tendência generalizada a reduzir as seis formas do verbo conjugado em apenas duas. 

Eu amo
Você ama
Ele ama
Nós/a gente ama
Vocês ama
Eles ama

Por ser uma língua enxuta, que evita redundâncias, para essa variação basta a presença do pronome-sujeito (eu, tu, ele, nós…) para indicar a pessoa verbal. Ou seja, se a pessoa está indicada, a forma do verbo não precisa variar tanto para que o ouvinte compreenda de quem está sendo falado e em qual tempo verbal, provando assim, a funcionalidade do PNP.

No entanto, para a forma eu, o verbo se diferencia das outras pessoas, deixando claro, que, segundo a psicologia, o individuo tem a necessidade, mesmo que inconsciente, de deixar bem claro o limite do que diz respeito A MIM e o que diz respeito AO RESTO DA HUMANIDADE.

TRANSFORMAÇÃO DE ND – em – N e de MB em – M

 É comum ouvir pessoas falando: comeno, cantano, falano (ND em N) em vez de comendo, cantando, falando. Ou até mesmo quano em vez de quando, palavras com terminações NDO. Isso acontece porque os fonemas /n/ e /d/ pertencem a uma família de consoantes chamadas dentais (quando a língua toca levemente o céu da boca onde se encaixam os dentes de cima como ao dizer: nenê, dado), sendo assim, ao serem pronunciadas na mesma zona de articulação (mesmo lugar dentro da boca), essas consoantes sofrerão o ataque da ASSIMILAÇÃO, que nada mais é que uma força que tenta fazer com que dois sons diferentes, mas com algum parentesco, se tornem iguais, semelhantes. Essa força foi muito ativa na formação da língua portuguesa.

Esse fenômeno pode ser aplicado também nas mudanças de também que é pronunciado tamém e de um bocado que é pronunciado um mucado. (MB em M).

REDUÇAO DO DITONGO OU em O

Livros didáticos e gramáticas insistem em dizer que nas palavras pouco, roupa, louro existem ditongos, ou seja, o encontro vocálico em que as duas vogais são pronunciadas. No entanto, isso não acontece mais nem no português de Portugal, nem no Brasil, tanto padrão como não padrão. Isso acontece devido a assimilação, que insiste em tornar as duas vogais, A que é muito aberto e U muito fechado, semelhantes.

Como o PNP é uma língua muito ligada a oralidade, a regra histórica da redução do ditongo AU em O não deixou de ser respeitada, portanto, em certas palavras do PP que se escrevem com AU são pronunciadas com O em PNP. Um exemplo conhecido é sobre a palavra SAUDADE, que em muitas regiões do Brasil é pronunciada como SODADE. Pode ser visto na canção “Sodade, meu bem, sodade” do compositor Zé do Norte, que faz parte da trilha sonora do filme “O Cangaceiro”, dirigido por Lima Barreto em 1952.

REDUÇÃO DO DITONGO EI em E

 Com o ditongo EI ocorreu o mesmo que com o OU: uma monotongação, que quer dizer, dois sons que se transformam em um só. No entanto, a monotongação do ditongo EI só ocorre diante das consoantes J, X e R. (beijo > bejo, deixa > dexâ, cheiro > chêro), tendo a assimilação como modificadora.

 REDUÇÃO DE E e O ÁTONOS PRETÔNICOS.

 A língua escrita é apenas uma representação simbólica da língua falada e não um retrato fiel dela (até porque a língua voa, a mão se arrasta). Por isso, mesmo sendo uma ortografia de cada palavra para todo o país, cada falante brasileiro terá seu modo particular de pronunciá-la.

 Na língua portuguesa, quando as vogais E e O são postônicas (vem depois da sílaba tônica) sofrem o que é chamado de REDUÇÃO: elas são pronunciadas de forma mais fraca e soam como um I e um U. Por isso a palavra OVO é pronunciada ÔVU, e a frase: ELE BEBE é pronunciada como ÊLI BÉBI.

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