como plumas

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cozinhas dos sonhos.

Sei que em algum momento já devo ter falado sobre isso por aqui, mas o que acontece é que minha paixão pelo vintage é tão grande que, na verdade, não canso (e nem me importo) de me repetir.

O que fez essa vontade de ter uma cozinha toda vintage a la avó, minha que dividiria só com alguns felinos, foi o filme Le Petit Nicolas (2009).

“O Pequeno Nicolau” é inspirado em “Le Petit Nicolas”, pouco conhecido no Brasil mas criado por Jean-Jacques Sempé e René Goscinny, em 1959 (por Goscinny, leia-se Asterix). O filme preserva a característica de ser situado numa França dos anos 50.”  (quem se interessar pelo filme leiam cinemagia e resenhafilme, eu gostei das resenhas e recomendo). No entanto, não vou me estender falando sobre o filme, o que espero que notem é que , por ser numa França dos anos 50, o figurino e a decoração é SENSACIONAL, assim, SENSACIONAL com letras CAPS LOCK, Fonte Arial 20! (sem mencionar que o filme é de uma grandeza maravilhosa). As roupas das crianças, da mãe, do pai e até o vizinho, são roupas encantadoras (mas isso fica prum próximo post!).

Sobretudo, o que me chamou a atenção no filme foi o cenário, vintage, com muitas cores fortes (ousaria dizer que as cores usadas me levaram até Almodóvar!) utilizadas para decorar. Me lembrou a casa da vó, me trouxe lembranças e me lembrou do quanto é isso que quero pra mim.

Bem, vamos as imagens!

A maioria dessas imagens foram encontradas nesse site aqui: adcine, aqui é possível encontrar a decoração, montagens e tal de diversos filmes franceses. (As duas últimas imagens achei o máximo!)

Notem as cores fortes, vermelho, amarelo, azul, verde.. cores predominantes nesse estilo. Aposto que muitas pessoas ainda se lembram da mesa, geladeira, fogão, armário… que a mãe/vó/tia tinha(m). (ai, saudade!)

Mas por que mostro as imagens do filme? Porque quero mostar as imagens que me inspiram na minha futura cof cof cozinha!

Bem, não posso deixar de comentar o quanto essas imagens são ricas em detalhes e como isso me agrada, fico muito tempo babando nelas, por isso postei tantas, é difícil de escolher.

Aí fica a pergunta: Nasci na época errada?

Acredito que não. Gosto da minha época, gosto principalmente da minha infância, do gosto de saudade que tenho daqueles dias e as lembranças que ficaram. Viveria de novo mesmo não sendo época que adimiro tanto, (mas como diz em Midnigth in Paris – parafraseando, ok? – nunca estamos contentes e sempre vamos querer estar em épocas/lugares, conhecer pessoas, que não seria possível ou não estão próximas de nós), no entando, o que mostra no filme e que, na minha opinião, muitas crianças perderam hoje, é aquele espírito aventureiro, cheio de brincadeiras saudáveis e amigos saudáveis… enfim.

Se alguém se interessar, segue o link pra baixar o filme. (Link encontrado pela Sarah!): uploaded

Ps. Imagens encontradas no Sr. Google e algumas no Tumblr.

flor nossa de cada dia.

Hoje, num dia um tanto quanto sem cor (não muito diferente dos demais) estava pensando onde gostaria de estar. Bem, é fácil adivinhar que eu faria de tudo pra não estar aqui, dentro desse escritório (que por sorte tem ar condicionado), sem cores, sem música e só com meu chefe de companhia.

No entanto, hoje encontrei algumas imagens que deixaram o dia um pouco mais ‘florido’ (sim, eu sei que não deveria me contentar com imagens, internet e ir ter a ‘real life’, mas como faço isso, produção?)

Compartilharei entradas, muros, janelas… etc. que ‘usam’ flores (não sei se poderia chamar de ‘cerca viva’) em suas decorações e que deixam um efeito delicioso e agradável.

Essa última imagem me lembrou muito um filme que vi o ano passado, A Good Year (2006) –  com Russell Crowe e Marion Cotillard.

O “clima” criado no filme é muito parecido com as imagens que postei, notem (caso não consigam entender o porque do “parecido”, sugiro que vejam o filme, até porque é lindo e leve e lindo e lindo!)

As duas únicas imagens que encontrei do lugar onde ela trabalha no filme, mas notem a ‘decoração’ ali atrás.

O que eu queria mesmo, era estar entre flores, Marion e Russell. Posso?

paredes

Faz algns dias que estava tentando arrumar um tempinho pra vir aqui falar sobre algo que achei interessante. Ainda continuo sem tempo, mas quem é que tem?

Domingo passado assisti o filme Precisamos falar sobre Kevin. Um filme que impressionou, surpreendeu e perturbou MUITO. Um tipo de filme que quando assistimos, pensamos: “super indicaria!”. (só não entendi ainda o porque nem foi ao menos mencionado pela Academia)

No entanto, não é sobre isso que eu estou pensando em falar, mas sim, sobre um detalhe que aparece numa cena muito emblemática. Eva (mãe de Kevin, interpretada por Tilda Swinton), uma escritora-viajante,  decora a parede do quarto da nova casa da família com alguns mapas e artigos adquiridos em viagens (suponho), e notando o interesse do filho se oferece pra ajudá-lo caso queira deixar seu quarto com sua cara, com sua personalidade, assim, o garoto questiona ‘qual personalidade?’.

Os mapas não estão nítidos nas imagens porque com alguns minutos de descuido, o filho resolve “ajudar” a mãe na decoração do quarto (e não encontrei imagens do ‘antes’)

Me interessei pela forma usada por Eva para a decoração. Acho que em alguma outra vida, fui uma espécie de viajante, até porque, se eu pudesse, viveria na estrada com uma mochila nas costas, água e algum dinheiro pra comida. Com isso, procurei algumas imagens que mostrassem essa ‘ideia’ da personagem.

No filme, as paredes são totalmente cobertas, aqui, mostra que também é possível usar como “quadro”

E como no filme, há a possíbilidade de por objetos para enfeitar e completar o ‘cenário’ criado.

Além dos mapas, é interessante perceber as outras paredes que o filme nos apresenta (não apenas as paredes, até porque o filme é permeado de detalhes).  Um exemplo disso, é o próprio quarto do garoto, que de paredes brancas e com poucos móveis, nos deixa buscando detalhes do que poderiamos ter a partir da decoração do quarto. Até porque, seria interessante responder a pergunta “que personalidade?” feita pelo menino.

No decorrer do filme, isso vai se tornando parte do cenário e realmente encanta.

Sei que não é parede mas adorei o efeito das latinhas vermelhas.

E por fim, talvez uma das mais fortes do filme, a decorada pelos vizinhos.

Contudo, o que quis dizer com esse post? Quis dizer, com base no filme, que algo simples como ‘paredes’ podem sim nos representar. Em cada situação, em cada fase da nossa vida. Até porque, estamos em constante construção e aprimoramento do ‘nós’ como pessoas. Além disso, com alguma criatividade, é possível mudar um ambiente com itens que estão ao alcance e que às vezes é ignorado ou esquecido.

Então, fica a dica. Pra vocês e pra mim!

cozinhas vintage

Como já disse, gosto de ficar olhando casas, cômodos, decorações e etc. E hoje acabei encontrando algumas coisinhas bem vintages e lindas. Me encantei. Quero imprimir essas imagens e colocar num mural escrito: META!

Impossível resistir a toda essa beleza.

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Ultimamente, não me perguntem o porquê, estive pensando muito sobre casas. Sim, casas. Formatos, decorações, o que quero, o que não quero e essas coisas. Não sei se um dia terei família pra dividir espaço, mas quero e preciso ter meu próprio lugar, meu canto. Um dia. Talvez demore, talvez não. Talvez seja como quero, […]

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