paredes

Faz algns dias que estava tentando arrumar um tempinho pra vir aqui falar sobre algo que achei interessante. Ainda continuo sem tempo, mas quem é que tem?

Domingo passado assisti o filme Precisamos falar sobre Kevin. Um filme que impressionou, surpreendeu e perturbou MUITO. Um tipo de filme que quando assistimos, pensamos: “super indicaria!”. (só não entendi ainda o porque nem foi ao menos mencionado pela Academia)

No entanto, não é sobre isso que eu estou pensando em falar, mas sim, sobre um detalhe que aparece numa cena muito emblemática. Eva (mãe de Kevin, interpretada por Tilda Swinton), uma escritora-viajante,  decora a parede do quarto da nova casa da família com alguns mapas e artigos adquiridos em viagens (suponho), e notando o interesse do filho se oferece pra ajudá-lo caso queira deixar seu quarto com sua cara, com sua personalidade, assim, o garoto questiona ‘qual personalidade?’.

Os mapas não estão nítidos nas imagens porque com alguns minutos de descuido, o filho resolve “ajudar” a mãe na decoração do quarto (e não encontrei imagens do ‘antes’)

Me interessei pela forma usada por Eva para a decoração. Acho que em alguma outra vida, fui uma espécie de viajante, até porque, se eu pudesse, viveria na estrada com uma mochila nas costas, água e algum dinheiro pra comida. Com isso, procurei algumas imagens que mostrassem essa ‘ideia’ da personagem.

No filme, as paredes são totalmente cobertas, aqui, mostra que também é possível usar como “quadro”

E como no filme, há a possíbilidade de por objetos para enfeitar e completar o ‘cenário’ criado.

Além dos mapas, é interessante perceber as outras paredes que o filme nos apresenta (não apenas as paredes, até porque o filme é permeado de detalhes).  Um exemplo disso, é o próprio quarto do garoto, que de paredes brancas e com poucos móveis, nos deixa buscando detalhes do que poderiamos ter a partir da decoração do quarto. Até porque, seria interessante responder a pergunta “que personalidade?” feita pelo menino.

No decorrer do filme, isso vai se tornando parte do cenário e realmente encanta.

Sei que não é parede mas adorei o efeito das latinhas vermelhas.

E por fim, talvez uma das mais fortes do filme, a decorada pelos vizinhos.

Contudo, o que quis dizer com esse post? Quis dizer, com base no filme, que algo simples como ‘paredes’ podem sim nos representar. Em cada situação, em cada fase da nossa vida. Até porque, estamos em constante construção e aprimoramento do ‘nós’ como pessoas. Além disso, com alguma criatividade, é possível mudar um ambiente com itens que estão ao alcance e que às vezes é ignorado ou esquecido.

Então, fica a dica. Pra vocês e pra mim!

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